terça-feira, 9 de agosto de 2011

KINÉSIO TAPING

KINÉSIO TAPING



A aplicação de KINESIO reduz edemas e a dor de lesões musculares. Isto ocorre porque a dor causada pela pressão exercida nos receptores, sensoriais e neurológicos, é aliviada através das ondulações que a bandagem promove, elevando a pele. Melhorando desta forma a circulação sangüinea e permitindo que o sistema linfático flua mais livremente.
A bandagem tem como funções fundamentais:
Corrigir a função do músculo;
A bandagem é efetiva para recondicionamento de tensão anormal do músculo, ou para fortalecer o músculo enfraquecido;
Melhorar a circulação sanguínea e linfática;
A bandagem auxiliará na absorção de edema ou hematoma;
Alívio da Dor;
Supressão neurológica da dor ocorre após a aplicação da bandagem na área afetada;
Reposição da subluxação da articulação;
A articulação é deslocada devido à tensão anormal muscular que pode ser corrigida com a bandagem que recuperando a função da fáscia e do músculo.











- 140% de elasticidade;

- Adesivo ativado pelo calor;

- Não contém látex;

- Ondas para circulação de ar;

- Espessura leve como a da pele;

- Durável 3-4 dias/aplicação.

Modo de Aplicação:

Localize a região afetada, o músculo deve ser bem alongado e a bandagem pouco tensionada, esfregue a bandagem para ativar a cola. Em atividades esportivas, aplique 20 minutos antes para um resultado mais eficaz.

Músculo Deltóide - Aplicação para Suporte


A aplicação deverá ser feita de origem para inserção do músculo para dar Suporte (em casos de fraqueza muscular).


Indicações:
Condições crônicas; Atrofia e Suporte muscular para atletas.

Conceitos:
Conforme a fibra muscular se contrai, através da extensão e estimulação da pele, Kinesio apóia a contração do músculo para retornar a origem.

Músculo Deltóide - Aplicação para Reabilitação


A aplicação deverá ser feita de inserção para origem do músculo para Reabilitação (em casos de excesso de uso muscular e inflamação).


Indicações:

Condições agudas de torção, distensão, entre outros; Espasmos musculares; Edema por lesão ou procedimentos cirúrgicos.

Conceitos

Ajuda a relaxar e afrouxar o músculo durante a contração e o uso muscular.






segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Tendinite do Calcâneo




Alterações no tipo de pisada podem ser a causa desse problema. Confira o que é e como prevenir e tratar a dor.

Se você sente dores na região posterior do calcanhar, pode estar com uma tendinite de calcâneo. Definida como um processo inflamatório do tendão calcâneo (antes conhecido como tendão de Aquiles), a tendinite de calcâneo esta entre as principais lesões que acometem corredores. Esse tendão é extremamente importante pela sua função de ligar os músculos da panturrilha (gastrocnêmio e sóleo) ao osso calcâneo, e de realizar o movimento de flexão plantar, ou seja, aquele que faz com que fiquemos na ponta dos pés, que é fundamental para que se possa andar e correr.


Uma lesão nessa região pode ser bastante dolorosa e, quando não tratada corretamente, pode evoluir até mesmo para uma tendinose, ou seja, processo degenerativo do tendão com enfraquecimento de suas fibras.

Os sintomas podem ser: dores na região do tendão calcâneo desde a região do calcanhar até 2 a 6 centímetros acima dessa área e em alguns casos poderá ser notado um edema na região. Essas lesões podem ocorrer por diversos motivos, entre eles estão:

- “Overuse”, uso excessivo do tendão;

- Encurtamento do músculo da panturrilha;

- Má qualidade de calçados e materiais específicos para a prática esportiva;

- Aumento excessivo da quantidade e/ ou intensidade de treinamentos;

- Pronação excessiva da articulação subtalar.

A pronação excessiva da articulação subtalar deve ter atenção especial nos casos tendinite do calcâneo.
Essa pisada para dentro leva à sobrecarga do tendão e maior atrito dessa estrutura. Por isso, indivíduos com esse tipo de alteração devem procurar tratamento antes que comecem a apresentar lesões.

Como tratar

Antes de pensar em tratar, é melhor se dedicar à prevenção. Análises do tipo de pisada são importantes para determinar o calçado ideal para cada indivíduo. Atualmente, existem laboratórios especializados nesse tipo de avaliação. Recursos como a podobarometria, plataforma de força e análise cinemática podem detectar alterações da pisada como as pronações e supinações e assim corrigi-las com calçados ou palmilhas.
Atualmente, o principal meio tanto para tratamento das tendinites é o fortalecimento excêntrico da musculatura da panturrilha, ou seja, fortalecer o músculo ao mesmo tempo em que ele é alongado. Um bom exemplo é ficar na ponta dos pés com os dois pés e descer apenas em um pé vagarosamente.
Obviamente, esse exercício trata e previne as lesões, mas, em fases em que o atleta apresente bastante dor, medidas analgésicas e anti-inflamatórias como a aplicação de gelo no local devem ser adotadas. A realização desse tipo de exercício nessa fase pode piorar o quadro de dor.
O tratamento na maioria das vezes é bem sucedido com fisioterapia e, nos piores casos, pode ser necessário um processo cirúrgico.
Os alongamentos e o fortalecimento excêntrico da panturrilha, assim como o aquecimento antes dos exercícios, podem impedir que o corredor desenvolva esse tipo de lesão.
Procure sempre um profissional qualificado, pois uma lesão mal tratada pode levar ao afastamento do esporte.



Victor Teixeira
CREF 006526-SP

domingo, 17 de julho de 2011

Insuficiência Cardíaca e Exercício Físico de Alta Intensidade

Não restam dúvidas entre os profissionais da saúde, principalmente médicos e educadores físicos, que a prática regular e orientada de exercícios físicos tornou-se uma efetiva opção de intervenção terapêutica capaz de retardar ou, até mesmo, reverter diversas alterações decorrentes da evolução do quadro clínico da insuficiência cardíaca (IC). Ao mesmo tempo, sabe-se que a inatividade física, o sedentarismo, acelera sua evolução agravando os sintomas. Em pacientes com IC, os mecanismos responsáveis pela melhora da capacidade funcional induzida pelo exercício físico são complexos; envolvem modificações centrais e periféricas com efeitos hemodinâmicos e neuro-hormonais. Atualmente, graças aos avanços científicos e tecnológicos, as pesquisas envolvendo IC e exercícios físicos tornaram-se altamente específicas, buscando respostas para seus reais benefícios em nível celular e molecular.

Mas, qual será o melhor programa de exercícios físicos para um paciente com IC? Durante décadas “pregou-se a palavra” (e, claro, ainda se prega) de que o exercício aeróbio, contínuo e de intensidade baixa à moderada é aquele que poderá proporcionar uma melhor qualidade de vida ao paciente praticante. Porém, recentemente, esse paradigma começou a ser quebrado. Um grupo de pesquisadores europeus vem conduzindo estudos elegantes e altamente controlados com exercícios físicos intermitentes (ou intervalados) de alta intensidade (95% da FC máx) em pacientes com IC. Apesar do susto inicial e da inevitável “torcida de nariz”, os resultados são extremamente animadores.
O primeiro estudo sobre esse tema (segue citado abaixo) mostrou que os pacientes submetidos ao exercício intenso intermitente apresentaram efeitos benéficos mais expressivos na função cardíaca, avaliados por exame ecocardiográfico, quando comparados ao grupo que realizou exercício moderado contínuo e ao grupo que permaneceu sob a terapia medicamentosa usual.
Esse e os demais resultados do estudo mostram a superioridade dos efeitos do exercício intenso intermitente sobre o moderado contínuo em uma população especial, com uma grave síndrome cardiovascular. Isso contribuirá, em um futuro próximo, para a criação de novas diretrizes para o tratamento da IC utilizando-se do exercício físico como adjuvante terapêutico em programas de reabilitação cardiovascular.
Porém, cautela! Poucos estudos mostram essa quebra de paradigma. E os que o fazem são muito bem conduzidos e controlados por grandes institutos de pesquisa em países europeus desenvolvidos. Até o momento, poucos pesquisadores brasileiros se dispuseram a estudar o assunto; entretanto, questões éticas ainda entravam a aplicação das pesquisas.
Se você, caro leitor, assim como eu ficou animado ao saber de tais inovações, vá com calma! Continue fazendo seu trabalho, sempre lendo e buscando atualizações. O tempo nos dirá o melhor caminho a seguir.

Referências:
Wisloff, U; et al. Superior cardiovascular effect of aerobic interval training versus moderate continuous training in heart failure patients: a randomized study. Circulation. 115: 3086-3094, 2007.

Wisloff, U; et al. High-intensity interval training to maximize cardiac benefits of exercise training. Exerc Sport Sci Rev. Jul;37(3): 139-46, 2009.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Looking to the Future of Triathlon

Looking to the Future of Triathlon


Earlier this month we announced the creation of a new program that would help develop junior athletes at the elite level – the Elite Triathlon Academy. There has been a need to keep talented youth athletes in the sport of triathlon, and the Elite Triathlon Academy is a step in the right direction.




In the past, very talented athletes didn’t have the option to choose triathlon as a varsity sport in college – they could be swimmers or runners. Many of our accomplished elite athletes participated in a sport in college – in fact, the members of the 2011 National Team who attended college in the U.S. pursued a sport. Sarah Haskins, Hunter Kemper and Jarrod Shoemaker were runners, and Matt Chrabot, Laura Bennett and Sarah Groff all swam.

We’ve seen the proof that triathlon is important amongst the collegiate crowd. This past April, almost 1,600 students came to Tuscaloosa, Alabama, to compete in our Collegiate National Championship. With new athletes introduced to the sport each year, tapping into this talent will produce Olympic hopefuls.

We have some of the best juniors in the country in the first class of the Elite Triathlon Academy: Kevin McDowell (Geneva, Ill.), Kelly Whitley (Geneva, Ill.), Johanna Gartman (Chattanooga, Tenn.), Ryan Bice (Logansport, Ind.) and Chris Wiatr (Long Grove, Ill.). On the day the program was announced, my inbox was flooded with notes from aspiring elite athletes wondering how they could pursue a college degree and a career in triathlon. With the Elite Triathlon Academy in place at the University of Colorado Colorado Springs, we look forward to the future and the potential for more programs like this across the country.

Would you have competed in triathlon in college if it had been offered? What role did triathlon play in your college experience? Leave your answer in the comments section below.



quinta-feira, 9 de junho de 2011

DICAS PARA CORREDORES

DICAS PARA CORREDORES

Quando correr em um temo muito frio, tome precauções com gelo nas ruas.


Quando chegar em casa, troque em seguida as roupas usadas por outras secas.


Não use bolsas de nylon por debaixo da roupa para transpirar. Com isto não perderá peso e só aumentará a possibilidade de desidratação. Seu corpo sofrerá.

É muito importante que observemos estas preocupações, que, em larga escala, podem evitar que soframos graves problemas.

Quando o tempo está muito quente, seja prudente.

O Dr. Kenneth Cooper aconselha não correr quando o termômetro alcançar 36 graus Celsius. O Dr. Terence Kavanagh, cardiologista, não permite que seus pacientes corram quando a temperatura exceder os 29 graus. Eu recomendo interromper o programa de exercícios ou abaixar o ritmo do trote e beber água continuamente, não espere a sede aparecer.

Se você está iniciando seu programa, ou padece de algum problema cardíaco, se tem uns quilos a mais ou passou de 40 anos, lhe aconselhamos fixar o limite de temperatura entre os 26 e 29 graus, especialmente se a taxa de umidade está alta. Quando correr, cubra a cabeça para se proteger do sol.

Correr no calor pode provocar uma queda brusca na pressão arterial ou, em pior caso, esgotamento. Se, no trajeto de sua corrida, se desidratar, começar a sentir a cabeça girar e seu pulso e respiração se aceleram, pode ser que estejas bem perto do esgotamento provocado pelo calor. Pare de correr imediatamente. Busque um lugar sombreado, ingira líquidos não alcoólicos e descanse. Se os sintomas persistirem, chame um médico.

A corrida em clima quente também entorpece a circulação do sangue com o conseqüente prejuízo para o coração. É claro que você sua mais, o que significa que o seu organismo perde mais água do que o normal. Para compensar a perda, beba um copo cheio de água antes de começar a correr e a cada quinze ou vinte minutos ao longo da corrida. Se o seu estômago está vazio, evite o sal. Se vestir uma camiseta leve e transpirável criará uma camada de ar sobre o seu corpo, a qual reduzirá a temperatura e o ajudará a suportar o calor.

Um detalhe importante que deve recordar é que o corpo leva duas semanas para adaptar-se ao calor. Vá, então, com calma e espere até que ele lhe diga quando está disposto a correr.

Correr com ventos fortes supõe um incremento de 6% do gasto de oxigênio. Por conseguinte, se você enfrentar uma ventania, reduza a velocidade; obterá os mesmo benefícios que correndo mais rápido. Sempre que correr em dias com ventania, inicie seu exercícios contra o vento; ao final, quando estiver cansado, terá o vento a favor que lhe ajudará.

A chuva não constitui um obstáculo, a menos que tenha temor de ficar ensopado, mas, em qualquer caso, necessitará de proteção. Vista roupa impermeável e as vestes necessárias para manter o calor do corpo.

A altitude é outra fonte de problemas. A partir dos 1.500 metros acima do nível do mar, o sangue absorve e transporta oxigênio com mais lentidão através do corpo. Isto significa que o coração terá que trabalhar mais. Gaste entre 4 e 5 semanas para adaptar-se à altitude e ajuste o seu programa às novas condições. Muitos corredores aconselham reduzir o programa em 50% a princípio. E se, ainda assim, sentir falta de ar, reduza ainda mais.

Correr em pista é a melhor opção, porém tem seus inconvenientes. É certo que na pista não há buracos, lombas, carros e nem pedestres que nos incomodam. Porém, correr de forma contínua em círculos, vendo o mesmo panorama ao seu redor, pode ficar chato em apenas alguns minutos. A mente tende a a se entorpecer e é fácil desanimar. Sabemos, por experiência, que as pessoas que correm só em pista, com mais freqüência abandonam esse esporte.

Aconselho trocar o sentido da corrida em dias alternados.

Ao trocar o sentido da corrida a cada dia, troca também o sentido da inclinação nas curvas. Também é prático levar consigo um conta voltas.

Agora que está pronto para correr, recorde; não comece sem antes haver traçado um programa regular de treinamento. Encontrará este programa a seguir, planejado de maneira que seja útil para corredores de toas as idades e condições físicas.

Apenas há alguns anos, ao pensar em corredores, associávamos estes a estádios e pistas ovais, um grupo de pessoas delgadas, de pernas largas, com número no peito, sacudindo demasiadamente os músculos antes de iniciar em seus respectivos ponto de partida. Se, por casualidade, víssemos alguém correndo pelas ruas, acreditaríamos que se tratava de um ladrão ou de um membro de um grupo esportivo. Se parecesse demasiadamente inocente para ser um ladrão e muito velho para estar na escola, seguramente pensaríamos "este é louco".

Porém, hoje em dia, aceitamos sem estranhar a presença de centenas de pessoas correndo pela vizinhança. Nós corremos, lhes desejamos passar, porém não pensamos mais neles como uma exceção, quem sabe, com um sentimento de inveja que nos fará dizer para nós mesmos: "eles correndo energicamente e eu deixando-me levar pela inércia". Se o número de pessoas que vencem essa inércia segue aumentando, como está agora, pode ser que dentro de muito pouco tempo aquele sentimento de inveja se converta em outro que nos faça pensar: "devo estar perdendo algo formidável".

Antes de conhecer as experiências de Cooper, Fixx, e outros como eles, você teria que revolver o céu e a terra para dar com diretrizes válidas para organizar um programa de exercícios viável.

Hoje em dia o corredor principiante enfrenta o problema de ter que escolher entre um bom número de programas, já que estes variam consideravelmente. Alguns podem ser mais rígidos e meticulosos, outros reunir características totalmente opostas e outros que são somente parte de programas de educação física muito complexos e que, em definitivo, incluem um grande número de disciplinas.

Já é bastante difícil tomar a decisão de deixar para trás um vida completamente sedentária. Porém um vez tomada a decisão e com um programa na frente dos olhos, se encontra com exigências tão formidáveis como a de correr três quilômetros sem interrupção quando não praticou exercício algum por dez anos.

Neste programa o esforço exigido será progressivo. A finalidade principal deste programa é tonificar a estrutura muscular do corpo e aumentar sua resistência física e agilidade, e os orientar a melhorar o funcionamento do sistema cardiovascular e respiratório. Já chegou-se à conclusão de que o melhor exercício é aquele que contribui ao condicionamento do coração e pulmões, conclusão que coincide com a da Associação Americana do Coração, o Colégio Americano de Medicina Esportiva e outra entidades importantes.

BOA CORRIDA A TODOS

VICSPORTS ASSESSORIA ESPORTIVA