terça-feira, 29 de junho de 2010

Trofeu Brasil de Triathlon 2 etapa

Short Triathlon em Santos SP no dia 27 de junho 2010,  Victor Teixeira fez tempo de 01:14:39, chegando em 7 lugar na sua categoria.

domingo, 20 de junho de 2010

ESCOLIOSE


A palavra escoliose procede do grego “curvatura da coluna”. É definida como curvatura lateral da coluna vertebral, que se caracteriza por profundas alterações estruturais, que vistas pelo lado côncavo estarão representadas por uma diminuição do espaço intercostal, uma estenose do canal vertebral, um desvio do processo espinhoso de sua linha de simetria e uma projeção lateral e anterior das costelas. Do lado convexo, as alterações são representadas por uma projeção do gradil costal posteriormente, uma rotação do corpo vertebral, e um aumento do espaço interposta como conseqúência da projeção posterior do gradil costal, surge o perfil dorsal assimétrico, também chamado de Gibosidade.




Pode-se definir também a escoliose como uma deformidade da própria vértebra, que tem seus constituintes anatômicos assimétricos, assim como uma posição relativa anormal das vértebras entre si.



Segundo René Perdriolle, Escoliose é uma curva que se desenvolve no espaço. É devida a um movimento de torção generalizado por toda a raque. Esse movimento é produzido por uma perturbação localizada que origina uma ruptura do equilíbrio raquidiano.



De acordo com Charriére, as escolioses tem certas características importantes:



- o desvio é permanente: há sempre uma parte mais ou menos importante de não-redutibilidade.



- as lesões anatômicas são constantes: existe sempre alteração estrutural.



- a rotação vertebral é sempre associada à inflexão lateral. Também, quando se constata gibosidade ou saliência para-espinhal, pode-se afirmar quase infalivelmente que se trata de escoliose.



CLASSIFICAÇÃO DAS ESCOLIOSES



- Escolioses não estruturadas: causas reversíveis, sem rotação.



- postural - freqüente em adolescentes, curvas leves, desaparecendo com a flexão anterior da coluna ou ao decúbito.



- secundárias - dor e espasmo muscular, lesão dolorosa (inflamação e neoplasia).



- Escolioses estruturadas transitoriamente.



- Escolioses estruturadas: curvas irreversíveis com rotação dos corpos na região da curva principal.



- idiopáticas ou essenciais - geralmente hereditárias, elas constituem a parte mais importante: aproximadamente 70% do conjunto das escolioses. Segundo a idade, há 3 tipos: infantil (antes dos 3 anos), juvenil (dos 3 aos 10 anos) e adolescente (de 10 até a maturidade).



- osteopáticas - congênitas, paralíticas, traumáticas, metabólicas, tumor, infecção e doença reumatóide.



CLASSIFICAÇÃO DAS CURVAS



Quanto a flexibilidade



- Hiperlasia: frouxidão ligamentar dos Msis, ligamentos intervertebrais.



- Postural; diferença dos MsIs, desnível de quadril e hábitos viciosos.



- Estruturais: com componente rotatório, vértebra cuneiforme, gibosidade, hermitórax escoliótico, deformação dos discos e diminuição da expansão torácica.



Quanto à morfologia



- Curva simples ou em C



a) Cervical



b) Dorsal



c) Lombar



d) Dorsais típicas



e) Totais



- Combinadas:



a) Cérvico-dorsal



b) Dorso lombar



- Com 2 curvas maiores:



a) Dorsal e lombar



b) Dupla dorsal



c) Dorsal mais dorso lombar

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Vicsports consegue novo colaborador

O triathlon tem novo colaborador, a Dermocentro de S J Campos, apoiando o esporte amador de S J Campos. na Assessoria Esportiva Vicsports o atleta Victor Teixeira que participa do Trofeu Brasil de Triathlon realizado em Santos SP.

sábado, 10 de abril de 2010

Trofeu Brasil de Triathlon



No dia 28 de março, rolou triathlon em Santos, fui muito bem, apesar de ter machucado meu joelho (D), fui bem, duas semanas para recuperar o joelho, mais ja estou correndo, pedalando e nadando, em junho tem mais em Santos, abs a todos amigos...

segunda-feira, 29 de março de 2010

A IMPORTANCIA DA AV. FISICA


Atualmente, há uma grande procura pela prática de atividades físicas. Porém, a falta de orientação especializada e adequada aos objetivos e limitações de cada pessoa acaba por conduzi-las à prática de exercícios sem nenhum tipo de avaliação, pondo em risco a sua saúde, principalmente, àqueles com mais de 35 anos que apresentam fatores de risco cardiovasculares. Isso faz da avaliação física um componente indispensável para a elaboração de um correto e eficiente programa de exercícios.

Para uma boa avaliação física temos de analisar muitas variáveis: antropométricas; composição corporal; análise postural; avaliações metabólicas e neuromusculares; avaliações nutricionais, psicológica e social. Estas duas últimas são essenciais para que um programa de treinamento tenha pleno sucesso, porque nos dão acesso aos hábitos e à personalidade da pessoa.

Associando a identificação de parâmetros pessoais de cada um com todas as outras variáveis conseguimos descobrir uma ou mais atividades prazeirosas para que o indivíduo com elas se identifique, e alcance os objetivos pretendidos sem ser contrariado.

Quando uma pessoa não se identifica com algum aspecto de uma atividade física é natural que a abandone. É difícil alguém continuar por muito tempo algo que não lhe dê prazer. Se faz então, mais do que necessário, uma avaliação completa, envolvendo todas as variáveis biopsicossociais para que a maioria das pessoas não desista antes de desenvolver o hábito de praticar algum tipo de exercício físico, adquirindo assim seu verdadeiro seguro saúde.

Uma avaliação bem feita é aquela em que se utiliza critérios e protocolos bem selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que indique, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado. Em meio a tanto conhecimento técnico-científico, não se pode mais permitir a utilização do protocolo do "achismo", ainda empregado por alguns profissionais em suas avaliações. Só é possível fazer um programa de exercícios com qualidade e segurança com uma avaliação física em que se utilize metodologia, protocolos e critérios de avaliação adequados.

Além disso, as avaliações devem ser periódicas e sucessivas, permitindo uma comparação para que possamos acompanhar o progresso do avaliado com precisão, sabendo se houve evolução positiva ou negativa. Dessa forma, é possível reciclar o programa de treinamento e estabelecer novas metas.